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Darktable

Este artigo é para quem usa software Open Source, nomeadamente para quem tem sistema operativo Linux, e fique a saber que existe uma opção ao poderoso Lightroom para Linux e chama-se Darktable.

Darktable
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Darktable

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Este artigo é  para quem usa software Open Source, nomeadamente para quem tem sistema operativo Linux, e fique a saber que existe uma opção ao poderoso Lightroom para Linux e chama-se Darktable.

O Darktable não é para brincadeiras quando se trata de processamento de arquivo RAW. Na verdade, é provavelmente uma das melhores opções gratuitas que eu testei no Linux, nem fica nada a dever ao Lightroom. Se existe alguma falha a mesma reside entre a cadeira e o computador, o que será dizer, EU! A existir alguma falha com o software eu teria que dizer que se resume à sua curva de aprendizagem.

O Darktable possui uma enorme diversidade de ferramentas, e como resultado a interface acaba por nos tornar tudo um pouco confuso para um utilizador pela primeira vez.

Processamento de Imagens

Em termos gerais, o processamento básico de imagens vai ser muito semelhante ao Lightroom. As ferramentas são divididas em grupos diferentes, você ainda move controlos deslizantes para manipular a fotografia, e você vai encontrar várias maneiras de fazer a mesma ação. É muito parecido até porque se nota uma clara inspiração no Lightroom e, embora existam algumas semelhanças, também é muito diferente no que pode, e não pode fazer.

Darktable

Eu não vou ser exaustivo neste artigo, nem o poderia ser até porque a melhor forma de perceberem tudo é experimentando

O que quero e pretendo com este artigo é dar a conhecer que com um sistema operativo como o Linux, por exemplo na distribuição Ubuntu, e com algumas ferramentas de trabalho como o Gimp e o Darktable, qualquer fotógrafo amador ou semi profissional, e até mesmo profissional, consegue a custo zero ter óptimas ferramentas de trabalho para edição fotográfica.

Mas vamos ao que interessa:

Em termos gerais, o fluxo de trabalho para o processamento de imagens é muito mais simples e mais simplificado no Lightroom, mas ambos os componentes do software executam edições de qualidade numa fotografia em raw.

Darktable

Editando a mesma imagem com Darktable e Lightroom, eles fizeram o mesmo trabalho mas o resultado acabou por ficar um pouco diferente. Isso não é necessariamente uma falha de Darktable, apenas porque o seu layout de sliders, a nomenclatura, e a forma como os algoritmos e codificação por trás das cenas trabalham para processar as suas edições são diferentes.

Darktable

Conclusão:

Darktable é um poderoso processador de imagem RAW e disso não haja qualquer dúvida e pelo preço de zero é uma alternativa poderosa em muito atraente para o Lightroom.

Mas para aqueles que usam cópias do sofware Adobe, e que viajam para o estrangeiro, questiono-me, se vale a pena andar com sistemas operativos falsificados, Software de edição pirateado, podendo ter sistemas operativos e sotware de edição de imagem tão poderoso quanto os melhores da Adobe a custo zero e sem correr riscos.

Para um profissional, se vai substituir o Lightroom? No meu entender a resposta é provavelmente não! Pois não será qualquer pessoa que atualmente usa o Lightroom, que consegue mudar para Darktable, mas se você está absolutamente disposto a não pagar nada por um processador de arquivos RAW, o Darktable pode ser a escolha perfeita para você.

 

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Nascido em Lisboa, Advogado de profissão e fotógrafo de coração, com licenciatura em Direito bem como formação em Marketing e publicidade, dedica-se à fotografia, e produção de contéudos.

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